Dízimo e Oferta

O dízimo e oferta são ensinamentos bíblicos importantes e que muitas vezes nos trazem algumas dúvidas de como podem ser realizados.

Além disso, são um símbolo de nossa intimidade com Deus e há muito são praticados por servos do Senhor, como Abraão quando deu o dízimo a Melquisedeque.

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Diante disso, depois que Jesus morreu e ressuscitou para o terceiro mundo, quando a igreja foi estabelecida, a história mostra que os cristãos continuaram a usar seus bens para glorificar ao Senhor. Dessa forma, neste estudo bíblico, veremos o significado deste tópico nas escrituras.

Ademais, outra dúvida que geralmente surge e que é muito importante é: como deve ser administrado o dízimo do Senhor? Muitos cristãos não entendem a importância de dar ao reino de Deus.

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Diante disso, a maioria das pessoas questiona a prática no novo testamento, por isso, acompanhe até o final e entenda tudo sobre os dízimo e oferta.

Qual a origem do dízimo e da oferta?

A palavra dízimo é origem hebraica e significa “um décimo”. Como mencionado anteriormente, Abraão já tinha essa costume e sempre ofertava dízimos.


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Além disso, outro exemplo de generosidade foi o de Caim e Abel que ofereceram suas ofertas materiais a Deus, mas Abel ofereceu o seu melhor.

Enquanto a prática começou antes da Lei, seguiu-se a obrigação de pagar o dízimo e as ofertas. Os israelitas deveriam dar dízimos e sacrificar seu gado, produtos e tudo o mais que gerasse renda. Seu propósito, conforme escrito em Levítico, é expressar gratidão a Deus pelas bênçãos divinas.

Diante disso, a prática do dízimo não se originou da Lei mosaica, pois em Gênesis 14, depois de vermos Abraão ajudando Ló, ele foi visitado por dois reis durante a Guerra dos Reis.

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O primeiro foi o rei de Sodoma que veio expressar sua gratidão, o segundo foi que o rei de Salém, já Abraão, por sua vez, lhe deu um décimo de seus despojos.

Portanto, os dízimos serão levados para o local escolhido pelo Senhor, ou seja, Jerusalém, e seus sacrifícios terão a forma de rituais, com a participação dos levitas.

A cada três anos, o dízimo deve ser oferecido no lugar do dizimista, para que também sejam alimentados aqueles que mais precisam.


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Diferença entre dízimo e oferta

Muitas pessoas possuem a dúvida sobre qual a diferença entre dízimo e oferta. Pois bem, o dízimo é uma contribuição comprometida com a comunidade que precisa ser feita regularmente por crente, geralmente mensalmente.

Ademais, é um exercício de doação e partilha em que os cristãos podem cuidar dos aspectos religiosos, sociais e missionários.

Por outro lado à oferta é algo além do dízimo, é uma entrega sem compromisso que pode acontecer em qualquer igreja e não precisa ser cíclica ou fixa.

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Além das doações financeiras, isso também pode ser alcançado com a doação de alimentos, materiais, roupas, entre outros.

Esta é uma doação extra não solicitada para ajudar uma igreja ou até mesmo os irmãos mais necessitados da comunidade.

Como ocorre a ministração de dízimo e oferta?

O objetivo de Deus no dízimo é que, ao dar, reconheçamos que ele é o Senhor de tudo, e que façamos um esforço para que a sua obra continue aqui na terra.


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Desse modo, uma das formas para que isso ocorra é que possamos contribuir com o dízimo para que os custos da sua obra sejam supridos.

Logo, a exigência de Deus para o dízimo é que uma parte do que recebemos dele seja devolvida como forma de gratidão. Jesus não se opôs nem endossou a cobrança legal do dízimo, mas foi indiferente.

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No entanto, ele advertiu os judeus a guardarem seus dízimos. Mas não é mais o mandamento mais importante.

Em Mateus 23:23, Jesus fala aos fariseus. “Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas! Pois vocês dão o dízimo de hortelã, endro e cominho, ignorando os mandamentos mais importantes da lei: justiça, misericórdia e fé; mas vocês devem fazer essas coisas e não ignorar aqueles. “Mt. 23:23.

O dízimo exigido pela lei foi aprovado, mas a igreja agora está seguindo o exemplo do dízimo que Abraão fez. Não como os mandamentos mais importantes a serem obedecidos, como princípios obrigatórios que superam as regras.


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Além disso, Paulo disse aos romanos que “o poder do pecado está na lei”, ou seja, posso dar o dízimo por dever, mas com um coração distante ou outro motivo.

Portanto, neste caso, o princípio não é cumprido porque as intenções internas vão contra as ações externas. E a incompatibilidade do interior e do exterior foi a principal crítica de Jesus aos hipócritas e fariseus de sua época. Como disse Jesus: “Os mandamentos mais importantes da lei: justiça, misericórdia e ”.

Qual a importância das ofertas?

As igrejas realizam atividades próprias e exclusivas, como batizados, catequeses, cultos de evangelização, aconselhamento espiritual, casais, entre outras, que exigem uma estrutura física, pessoas carentes e uma burocracia que funcione.

Além de todas as atividades e estruturas que a igreja precisa, ainda temos que lembrar que Deus separa homens e mulheres e os capacita para trabalhar à frente da obra da igreja da qual eles precisam ganhar a vida, e de fato não há nada como é mais justo.


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Portanto, mesmo antes da vinda do Messias, encontramos várias passagens no Antigo Testamento sobre “devolver o dízimo”. Desde então até agora, a igreja é totalmente sustentada pelos dízimos e doações de seus membros.

Logo, se os membros não contribuem, a igreja pode passar por dificuldades ou até deixar de existir, justamente por falta de recursos para mantê-la. É necessário transmitir aos membros a ideia de que a igreja é nossa segunda casa e enfatizar sua importância em nossas vidas.

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Todo cristão deve entender que o dízimo não é um pagamento, Deus criou o mundo e tudo que nele há, e ele é o único dono de tudo. Em uma expressão de pensamento livre como seres humanos, quando entramos no mundo não temos nada, e quando saímos não temos nada.

Desse modo, como mencionado anteriormente, o dízimo já é uma prática antiga entre os judeus, é uma ordem de Deus ao seu povo, uma forma de reconhecer que o alimento de todos vem inteiramente de Deus, o Senhor de todos.

Palavra sobre o dízimo e oferta

Quando os apóstolos se reuniram em Jerusalém (Atos 15:19-23) para definir o que os cristãos gentios (não judeus) deveriam fazer, não houve menção ao dízimo.

Diante disso, no Novo Testamento, a palavra décimo ocorre apenas uma vez, e é citada por Jesus Cristo (Mateus 23:23).

Até certo ponto, ocorre no contexto da repreensão, e o mestre critica severamente a hipocrisia dos fariseus. Porque embora sejam fiéis aos preceitos, sua atitude ainda é incorreta.

Esta é a regra da lei que Jesus Cristo nos libertou por meio de seu nascimento, morte e ressurreição. O sacerdócio levita terminou: “Então, se a perfeição foi alcançada através do sacerdócio levita (porque o povo recebeu a lei), há outro sacerdote necessário para surgir na ordem de Melquisedeque? Eles não são contados na ordem de Arão? Pois quando o sacerdócio é mudada, assim importa mudar a lei”.

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Diante disso, “O sacerdócio levita acabou, a lei foi mudada, e o sacerdote agora é o Senhor Jesus”. Além disso, “Concluímos que, à parte da obediência à lei, o homem é justificado pela fé.”.

Ademais, “É evidente que ninguém será justificado diante de Deus pela lei, porque o justo viverá pela fé.” Gl 3:11. “Não anulo a graça de Deus; porque, se a justiça se obtém pela lei, Cristo morreu em vão.” Gl 2:21. “Vocês que buscam a justificação pela lei foram separados de Cristo e caíram da graça”.

Não entregar o dízimo desagrada a Deus?

Sim, pois o Senhor nos abençoa dia após dia e não entender o propósito dele e ajudar nisso, desagrada a ele.

Logo, quando entendemos isso, tudo fica muito mais claro. O propósito de Deus no dízimo é que sua obra possa ser mantida como um todo.

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Ele queria que seu trabalho permanecesse no Antigo Testamento, e ainda quer que permaneça no Novo Testamento hoje.

Portanto, ao dar nossos dízimos e ofertas, estamos participando do reino de Deus, nós estamos apoiando sua obra aqui na terra.

A partir daí, podemos esperar que as promessas bíblicas resultantes das contribuições sejam cumpridas em nossas vidas.

As promessas de Deus

Quando nos tornamos participantes do Reino de Deus por meio do dízimo, uma torrente de bênçãos sobrenaturais começa a fluir em nossas vidas.

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Diante disso, começamos a colher de maneira extraordinária do que esperávamos ou merecíamos.

Essas oportunidades estão além de nossas capacidades, é necessário que saibamos abrir as portas e receber o milagre.

No final, a devoção a Deus no dízimo e na devoção proporciona uma ação sobrenatural em nossas vidas.

Ademais, o apóstolo Paulo fala do mesmo princípio de sacrifício do Novo Testamento em 2 Coríntios 9.

Portanto, diante disso, realizar o estudo sobre dízimo irá auxiliar no entendimento completo sobre o tema e sobre as promessas que Deus tem para nossas vidas.

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O que Jesus fala sobre o dízimo e a oferta?

Jesus não se opôs à cobrança legal do dízimo, nem a aprovou, mas a indiferença. Ele advertiu os judeus a guardarem seus dízimos. Mas não é mais o mandamento mais importante.

Diante disso, em Mateus 23:23, Jesus fala aos fariseus. “Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas! Pois vocês dão o dízimo de hortelã, endro e cominho, ignorando os mandamentos mais importantes da lei: justiça, misericórdia e fé; mas vocês devem fazer essas coisas e não ignorar aqueles”.

Portanto, para poder entregar fielmente nossos dízimos e ofertas ao Senhor, essa deve ser nossa primeira prioridade. O texto de Provérbios deixa isso muito claro. Ele nos mostra que isso é o que glorifica ao Senhor.

Nossa generosidade financeira glorifica a Deus. Portanto, a primeira parte de nossa renda deve ser dedicada a ele. Depois de receber seus recursos financeiros, sua primeira ação deve ser separar os primeiros frutos para o Senhor.

Ademais, não devemos pensar em primeiro pagar as contas e depois honrar a eternidade. Em vez disso, respeite-o primeiro. Separe seus dízimos e devoções. Para sermos dízimos e devotos, precisamos nos organizar. Não podemos ser pessoas excessivamente consumistas, endividadas.

Portanto, devemos procurar a moderação e planejamento financeiro em nossos desejos para que o consumismo não se torne um ídolo e não usemos nossas finanças para glorificar a Deus com dízimos e ofertas a sua obra.

Dízimo e oferta

Sobre o Autor

Olá, me chamo Lázaro Correia, sou Cristão, formado em Teologia e apaixonado pela Bíblia. Aqui no Blog você vai encontrar diversos estudos Bíblicos e muito conteúdo sobre vida Cristã.

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