Lucas 7 Estudo: O Centurião, a Viúva Naim e a Pecadora

Neste capítulo de Lucas 7 estudo, veremos que este é com certeza um dos mais belos episódios da Bíblia. Onde um estrangeiro desenvolve mais fé em Deus, do que os israelitas. O Centurião é um grande exemplo de amor ao próximo e humildade.

Sua consciência de autoridade é formidável, ele reconhece a autoridade de Jesus, algo que deixa o Senhor maravilhado.

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Além disso, o testemunho que o próprio povo dava a respeito dele era muito positivo. Não sem motivo, ele investiu tempo e dinheiro na construção de uma sinagoga em Cafarnaum.

Temos muito a aprender com ele, e neste caso, de uma maneira geral vemos que rotular pessoas é um grande erro.

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A boa convivência, o respeito e o amor sempre podem ser praticados, não importa qual seja a circunstância.

Ao conhecer a fé daquele homem, Jesus libera uma palavra e no mesmo instante o rapaz é curado. Vemos o emocionante encontro entre Jesus com a viúva de Naim e que nos mostra o quanto o Senhor se importa com as nossas lágrimas.


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Antes de operar o milagre, diz a mulher: “Não chore”. Sua dor é vista e sentida por Jesus, seu sofrimento não passa despercebido.

Sobretudo, crer nele é com certeza a melhor escolha. Jesus pede que a viúva pare de chorar, não sem motivo. Ele coloca a mão sobre o morto e ordena, ele não pede: “Jovem, eu lhe digo, levante-se”.

Milagre surpreendente de Jesus

Imediatamente o jovem voltou a viver! Jesus é surpreendente! Ele quer curar as feridas e consolar as dores da vida. Isto também aconteceu com João, o Batista.

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Uma das grandes marcas do seu ministério foi a sua autoridade ao anunciar que o Messias estava vindo. Ao ver Jesus no Jordão, ele tem a certeza de que o havia encontrado e fica relutante na hora de batizá-lo.

Orienta aos seus ouvintes que de agora em diante, elas deveriam ouvi-lo. No entanto, estando encarcerado por Herodes, as convicções de João ficam um pouco abaladas.

Com isso, ele envia mensageiros a Jesus com a seguinte pergunta: “És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?” É você mesmo? Mais uma pérola do capítulo 7, enquanto Jesus estava em uma refeição na casa de um fariseu, uma mulher pecadora entra e é muito provável que ela fosse uma prostituta, convencida de seu pecado ao ouvir as ministrações.


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A suposição é com base no título que ela recebe: “pecadora”. Ela não procurou chamar a atenção, vindo por trás do mestre, se abaixa e começa a ungir seus pés com perfume e lágrimas.

O arrependimento provocado por Jesus lhe fez mudar de vida e suas dores foram saradas. São lágrimas de arrependimento. Por isso, assumir o lugar do menor servo da casa e lavar-lhe os pés é a atitude correta.

O fariseu por sua vez, convidou Jesus por sua popularidade, mas o que é certo é: ele não considerava Jesus como um profeta.

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Isso nos mostra que Jesus está sempre procurando oportunidade para comunicar o Reino de Deus, a mesma abertura que Ele dá aos pobres, publicanos e pecadores é dada aos ricos, autoridades e religiosos.

Lucas 7 estudo: Contexto histórico

Vimos em Lucas 6, Jesus e seus discípulos sendo novamente observados pelos fariseus Ao colher espigas de trigo no sábado, Ele é questionado sobre o ato dos seus discípulos e usa o exemplo de Davi para justificar.

Partindo, Jesus usa a mesma indagação dos fariseus na sinagoga, demonstrando poder sobre o sábado, sobre a lei, curando a mão ressequida de um homem, milagrosamente. Vimos também a escolha de seus doze apóstolos, a quem enviaria a pregar o seu Reino.


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O sermão histórico, Jesus falando abertamente sobre as coisas que viriam, ensinando como amar o próximo, independentemente se o amamos ou não, se é nosso amigo ou não, como proceder sem julgar ou condenar ninguém, a cuidar de nossos problemas primeiro antes de apontar o dos outros, dizendo que os nossos frutos mostrariam quem somos e que, quem o ouvir, estará construindo sua casa sobre a rocha firme! Amém! Acompanhe o estudo até o final para o melhor entendimento.

(Lucas 7:1) Jesus entra em Cafarnaum

v. 1 Ora, quando ele acabou todos os seus discursos aos ouvidos do povo, entrou em Cafarnaum.

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 Cafarnaum era o quartel-general do ministério de Jesus na Galileia (Lc 4:9-14).

(Lucas 7:2-3) O centurião

v. 2 E o servo de um certo centurião, que era querido para ele, estava doente, prestes a morrer.
v. 3 E quando ele ouviu falar de Jesus, enviou-lhe os anciãos dos judeus, suplicando-lhe que viesse curar o seu servo.

Um centurião era um comandante de 100 homens no exército romano. Aparentemente, este centurião era um homem compassivo, profundamente preocupado com a enfermidade de seu servo.

Ele procurou a ajuda de Jesus através de alguns anciãos dos judeus (líderes reconhecidos na comunidade ou outros homens respeitados) da cidade. Na passagem paralela em Mt 8:5-10, o centurião abordou Jesus diretamente.

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(Lucas 7:4-8) O testemunho sobre o centurião

v. 4 E, chegando eles junto de Jesus, suplicavam-lhe com instância, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto;
v. 5 porque ele ama a nossa nação, e nos edificou a sinagoga.
v. 6 Então, Jesus foi com eles. E quando já estava perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos, dizendo-lhe: Senhor, não te incomodes; porque eu não sou digno de que tu entres debaixo do meu telhado;

v. 7 e por isso nem eu considerei-me digno de ir a ti, mas dize uma palavra, e o meu servo será curado.
v. 8 Porque eu também sou homem sob autoridade, e tenho soldados sob mim, e eu digo a um: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz.

 Os líderes religiosos judeus estavam dispostos a intervir junto a Jesus porque consideravam o centurião um homem que verdadeiramente “merecia” isso.


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Apesar de ser gentio, ele amava Israel e gastara tempo e dinheiro construindo uma sinagoga em Cafarnaum.

O próprio centurião não se considerava digno de estar na presença de Jesus, mas tinha fé de que Cristo era capaz de curar seu servo, mesmo à distância.

Ele entendeu a autoridade espiritual que Jesus exercia porque entendia a autoridade militar (eu… sou… homem sob autoridade, e tenho soldados sob mim).

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(Lucas 7:9-10) Jesus se impressiona com a fé

v. 9 Quando Jesus ouviu essas coisas, maravilhou-se dele, e voltando-se, disse à multidão que o seguia: Digo-vos, eu não encontrei tão grande fé, não, não em Israel.

v. 10 E retornando para casa os que haviam sido enviados, encontraram são o servo que estivera enfermo.

Jesus maravilhou-se do fato de a fé do centurião gentio ser maior do que a fé de todos que Ele encontrara em Israel. A fé do centurião foi recompensada; seu servo se tornou são por Jesus.


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(Lucas 7:11-12) A viúva de Naim

v. 11 E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão.

v. 12 Ora, quando ele chegou perto da porta da cidade, eis que ali um homem morto era carregado para fora, filho único de sua mãe, que era viúva; e uma grande multidão estava com ela. 

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Naim ficava cerca de 10 quilômetros ao sul de Nazaré, onde Jesus cresceu. A chegada de Jesus coincidiu com a saída do cortejo fúnebre do filho de uma viúva. Agora a viúva estava sem filhos e sem meios de obter sustento financeiro.

(Lucas 7:13-15) Não chores

v. 13 E, vendo-a, o Senhor se compadeceu dela, e disse-lhe: Não chores.

v. 14 E, chegando-se, tocou o esquife; e os que o levavam pararam. E ele disse: Jovem, digo-te: Levanta-te.

v. 15 E o que estivera morto sentou-se, e começou a falar. E ele entregou-o à sua mãe.

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Jesus se compadeceu da viúva ao trazer seu filho de volta dentre os mortos. Como era de costume, os funerais judeus incluíam um esquife aberto, mas quem quer que tocasse o cadáver ficava cerimonialmente impuro (Nm 19:11).

Esta é a primeira de várias vezes que Jesus ressuscitou uma pessoa dos mortos (Lc 8:40-56Jo 11:38-44).

(Lucas 7:16-17) A autoridade de Jesus e o temor do povo

v. 16 E a todos sobreveio o temor, e eles glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e que Deus visitou o seu povo.

v. 17 E este rumor sobre ele se espalhou por toda a Judeia, e por toda a região ao redor. 

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A expressão um grande profeta se levantou (2Rs 4:18-37) ressuscitando pessoas dentre os mortos. “Deus visitou o seu povo” não significa necessariamente que o povo dessa época já acreditava que Deus se tornara homem na pessoa de Jesus (Jo 1:14).

Talvez apenas signifique que eles sentiram o poder de Deus no meio de Seu povo. O fato de a notícia desse milagre ter alcançado a Judeia olha para o futuro, para a jornada de Jesus rumo a Jerusalém (Lc 9:19).

(Lucas 7:18-20) A dúvida de João, o Batista

v. 18 E os discípulos de João relataram-lhe todas estas coisas.

v. 19 E João, chamando a si dois dos seus discípulos, enviou-os a Jesus, dizendo: És tu aquele que deveria vir, ou devemos aguardar por outro?

v. 20 Quando aqueles homens chegaram junto dele, disseram: João, o Batista, enviou-nos, dizendo: És tu aquele que deveria vir, ou devemos aguardar por outro?

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 João Batista precisou que lhe contassem todas estas coisas porque estava na prisão (ver nota em Lc 3:20). João fez essa pergunta porque estava confuso, e não porque duvidava. Por um lado, Jesus certamente fez as obras do Messias.

Por outro, Ele não tomou nenhuma iniciativa de derrubar o governo romano e muito menos de libertar os justos que estavam presos, como os judeus esperavam que o Messias fizesse.

Então, João decidiu enviar dois de seus discípulos para esclarecer a confusão perguntando a Jesus, És tu aquele?

(Lucas 7:21-23) Jesus manda a resposta a João

v. 21 E, na mesma hora, ele curou a muitos de suas enfermidades, e males, e espíritos malignos, e a muitos que eram cegos ele deu a visão.

v. 22 Então, Jesus respondendo, disse-lhes: Ide, e anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: que os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres é pregado o evangelho.

v. 23 E abençoado é aquele que não se ofender em mim.

O v. 21 é um resumo dos milagres que Jesus estava operando em Seu ministério e serve de introdução para a resposta de Cristo à pergunta dos discípulos de João Batista.

As coisas que Jesus disse para os seguidores de João “anunciarem” que viram e ouviram iam além da profecia acerca do Messias em Is 61:1-2 (p.ex., os mortos são ressuscitados). Abençoado (“bem-aventurado”) faz lembrar Lc 6:22.

(Lucas 7:24-28) O maior profeta

v. 24 E quando os mensageiros de João partiram, ele começou a falar à multidão acerca de João: O que fostes ver no deserto? Uma cana agitada pelo vento?

v. 25 Mas o que fostes ver? Um homem trajado de roupas delicadas? Eis que aqueles que vestem roupas esplêndidas, e vivem em delícias, estão nos tribunais reais.

v. 26 Mas o que fostes ver? Um profeta? Sim, eu vos digo, e muito mais do que um profeta.

v. 27 Este é aquele, de quem está escrito: Eis que eu envio o meu mensageiro diante da tua face, que preparará diante de ti o teu caminho.

v. 28 E eu vos digo: Que entre os nascidos de mulher, não há maior profeta do que João, o Batista; mas aquele que é o menor no reino de Deus é maior do que ele.

Parece que as multidões estavam perguntando a Jesus qual o motivo da visita dos mensageiros de João Batista. Então, Ele explicou a importância de João e seu ministério.

O profeta não se adaptava ao pensamento vigente nem a ambientes confortáveis; ele também não tinha nada a ver com a realeza e seus excessos.

Pelo contrário, João era um profeta e, mais do que isso, o precursor do Messias (o meu mensageiro diante da tua face; ver Ml 3:1).

Até então, nenhum ser humano tinha sido maior… do que João Batista. A partir do dia de Pentecostes (At 2), no entanto, até o menor cristão da era do novo pacto (a forma vindoura do reino de Deus) teria recursos espirituais maiores do que João, devido à habitação permanente do Espírito Santo.

(Lucas 7:29-30) Os fariseus o rejeitam

v. 29 E todo o povo que ouviu e os publicanos, tendo sido batizados com o batismo de João, justificaram a Deus.

v. 30 Mas os fariseus e os intérpretes da lei rejeitaram o conselho de Deus contra si mesmos, não tendo sido batizados por ele.

Todos que se arrependeram e foram batizados por João reconheceram que o caminho de Deus era justo (a mensagem de João como precursor de Jesus).

Todavia, os fariseus e os intérpretes da lei, que não se arrependiam nem se submetiam a serem batizados por João, rejeitaram o conselho de Deus referente à salvação.

(Lucas 7:31-34) É impossível agradá-los

v. 31 E disse o Senhor: A quem, pois, eu compararei os homens desta geração, e a quem eles são semelhantes?

v. 32 Eles são semelhantes às crianças que, assentadas nas praças, chamam umas às outras, e dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos murmurações, e não lamentastes. 

v. 33 Porque veio João, o Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e dizeis: Ele tem um demônio.

v. 34 Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um homem comilão e bebedor de vinho, amigo dos publicanos e pecadores.

 Jesus declarou que era impossível agradar o povo de Sua geração. Eles não aceitavam o som da flauta (um som alegre) muito menos o som de murmurações (um som triste).

João Batista tinha um estilo de vida muito rigoroso, mas foi acusado de ter demônio. Por outro lado, Jesus foi acusado de viver relaxadamente e comer com pecadores, sendo chamado de comilão e bebedor de vinho.

(Lucas 7:35) A sabedoria

v. 35 Mas a sabedoria é justificada por todos os seus filhos.

A expressão a sabedoria é justificada por todos os seus filhos significa que todos os que vivem (e vivem bem) segundo os ensinamentos de João Batista e Jesus provariam que seu ensino estava certo.

(Lucas 7:36-38) Jesus na casa do fariseu

v. 36 E um dos fariseus desejava que ele comesse com ele. E ele entrando na casa do fariseu, reclinou-se à mesa.

v. 37 E eis que uma mulher da cidade, que era uma pecadora, sabendo que Jesus estava à mesa na casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com unguento,

v. 38 e ficando atrás de seus pés chorando, começou a derramar lágrimas sobre os seus pés, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça, e beijava-lhe os pés, e ungia-os com o unguento.

Não está claro pelo contexto se o fariseu que convidou Jesus a sua casa queria aprender Dele, como Nicodemos (Jo 3:1-2), ou pegá-Lo em uma armadilha.

A mulher cujo nome não é citado provavelmente era uma prostituta (pecadora) que ouviu Jesus pregar e se arrependeu. Ela ficou atrás de seus pés para fora da mesa.

A mulher não disse nada, mas suas lágrimas e disposição em usar o unguento para ungir os pés do Salvador foram um eloquente testemunho de sua gratidão a Jesus.

(Lucas 7:39) O questionamento sobre Jesus

v. 39 Ora, quando o fariseu que o havia convidado viu isto, falava consigo, dizendo: Se este homem fosse profeta, saberia quem e que tipo de mulher é esta que o toca; pois ela é uma pecadora.

O fariseu que convidou o Mestre a sua residência não podia imaginar um profeta de verdade se associando com esse tipo de pessoa – uma mulher que todos sabiam que era pecadora.

O fato de Simão ser fariseu exigia que ele se separasse do pecado e de pecadoras do nível dessa grata mulher.

(Lucas 7:40-43) A quem mais for perdoado, mais amará

v. 40 E respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, eu tenho algo a dizer-te. E ele disse: Mestre, diga.

v. 41 Havia um certo credor que tinha dois devedores; um lhe devia quinhentos denários, e outro cinquenta.

v. 42 E, não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais?

v. 43 E Simão, respondendo, disse: Eu suponho que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Tu julgaste corretamente.

 Jesus mostrou que sabia o que Simão, o fariseu, estava pensando. A lição da história do Mestre era simples; quem é mais perdoado ama mais.

(Lucas 7:44-47) A mulher na casa de Simão

v. 44 E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Eu entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta derramou lágrimas sobre os meus pés, e os enxugou com os cabelos de sua cabeça.

v. 45 Tu não me beijaste, mas esta mulher desde que entrou, não parou de beijar os meus pés.

v. 46 Tu não ungiste a minha cabeça com óleo; mas esta mulher com unguento ungiu os meus pés.

v. 47 Por isso, eu te digo: Os pecados dela, que são muitos, lhe são perdoados, porque ela muito amou; mas a quem pouco é perdoado, pouco ama.

 Jesus comparou o fariseu e a mulher. Simão não providenciou água para lavar os pés de Jesus, não Lhe deu um beijo de hospitalidade nem ungiu Sua cabeça com óleo – ao passo que a mulher fez todas essas coisas.

Jesus não quis dizer que o fariseu tinha pouco pecado a ser perdoado, e sim que Simão não se considerava pecador, enquanto que a mulher estava profundamente ciente de sua pecaminosidade.

(Lucas 7:48-50) Quem é este?

v. 48 E disse-lhe: Os teus pecados são perdoados.

v. 49 E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que também perdoa pecados?

v. 50 E ele disse à mulher: A tua fé te salvou; vai em paz.

Com base em suas ações, que demonstravam verdadeiro arrependimento de seus pecados, Jesus perdoou a mulher que ungira Seus pés.

Ele deixou claro que foi a fé demonstrada por ela que a salvou (ver Ef 2:8-9). Mais uma vez, a autoridade de Jesus em perdoar pecados foi questionada (ver nota em Lc 5:21-25).

Conclusão

Concluindo, vimos um centurião boa praça, amigo do povo, que tinha edificado uma sinagoga com um problema de saúde que nem era seu, mas de seu servo a quem muito amava, e vai ao encontro de Jesus de uma forma inusitada.

Ele consegue extrair do Senhor uma exaltação relacionada à sua fé! Este centurião era um homem de fé!

Estamos sendo convidados a fazer de nossas vidas um exemplo de fé como a do centurião que foi no lugar certo, que não perdeu tempo, humilhou-se, soube pedir e interceder, que obteve a resposta de seu pedido e ainda ganhou elogios de Jesus.

Vimos também que João havia dado testemunho sobre Jesus: EIS O CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA OS PECADOS DO MUNDO! E agora, Jesus dizia: DOS NASCIDOS DE MULHER NÃO HÁ MAIOR DO QUE JOÃO, PORÉM O MENOR NO REINO DE DEUS, SERÁ MAIOR DO QUE ELE.

Sobre as dúvidas de João se Jesus era mesmo o Messias, a resposta nem foi com palavras, mas com demonstração de poder e autoridade.

Jesus interrompeu e mudou a história daquelas vidas completamente. Eles ficaram tão atônitos que gritavam que entre eles havia se levantado um grande profeta.

Esse título, embora inadequado, era provavelmente a mais elevada designação que conheciam, reconheciam a presença de Deus entre eles.

Novamente, na casa de Simão, Jesus faz uma declaração autoritativa de perdão, um ato que gerou muitos comentários.

Lucas 7 estudo.

Sobre o Autor

Olá, me chamo Lázaro Correia, sou Cristão, formado em Teologia e apaixonado pela Bíblia. Aqui no Blog você vai encontrar diversos estudos Bíblicos e muito conteúdo sobre vida Cristã.

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