João 1 Estudo: Cristo é a Palavra eterna

Este capítulo de João 1 estudo dá início aos relatos sobre o ministério de Jesus na perspectiva do apóstolo João.

Diferente dos outros 3 autores, Mateus, Marcos e Lucas, o considerado discípulo mais amado de Jesus traz uma descrição mais aprofundada do evangelho neste livro, inclusive, com conteúdos exclusivos.

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O verbo se fez carne, habitou entre nós e manifestou o Reino de Deus tanto em palavras quanto em ações.

Desde então, as sombras interiores das pessoas são invadidas pela sua maravilhosa luz, a qual foi vista por João Batista e pelos discípulos.

Como também, pelas pessoas que foram impactadas com a mensagem do evangelho naquele tempo. Tenha uma excelente leitura!

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João 1 estudo: Contexto histórico

Provavelmente, o contexto da escrita de João 1 acontece no final da vida do apóstolo, ou seja, depois de todos os eventos que o próprio relata.

O principal ponto deste evangelho é dar ênfase à divindade de Cristo, pois em diversos momentos João apresenta Jesus como Deus e não como um homem comum.

Este capítulo, por sua vez, conta com um prólogo da criação feita por meio de Jesus no seu início, assim como algumas etapas do ministério de João Batista, o precursor do Mestre.

Logo em seguida, a parte inicial da jornada de Jesus também é introduzida, com os primeiros discípulos se juntando ao propósito do Salvador.

(João 1:1-3) Todas as coisas foram feitas por meio de Cristo, a Palavra eterna

v. 1 No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus.

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v. 2 Ele estava no princípio com Deus.

v. 3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

No princípio era a Palavra ecoa Gn 1:1: “No princípio Deus criou os céus e a terra”. A expressão grega en arjé é adverbial e não possui o artigo, deixando assim indefinido de que princípio se trata.

João situou a existência de Jesus na eternidade passada com Deus. “A Palavra” comunica a noção da autoexpressão divina, ou seja, Seu discurso (Sl 19:1-4).

A palavra de Deus é efetiva. Ele fala, e as coisas passam a existir (Is 55:11-12).

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(João 1:4-5) A escuridão não resiste a luz de Jesus

v. 4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.

v. 5 E a luz brilha nas trevas, e as trevas não a compreenderam.

As referências a vida… luz e travas (“trava”) continuam a recorrer a temas de Gênesis (Gn 2:7), (Gn 3:20).

O simbolismo da luz também é encontrado em passagens messiânicas do antigo testamento (Is 9:2), (Is 42:6-7), (Is 49:6), (Is 60:1-5), (Ml 4:2), (Lc 1:78-79).

(João 1:6-8) A voz que clamou no deserto

v. 6 Houve um homem enviado por Deus, cujo nome era João.

v. 7 Este veio como testemunha, para dar testemunho da Luz, para que todos os homens através dele pudessem crer.

v. 8 Ele não era aquela Luz, mas foi enviado para dar testemunho da Luz.

Sobre João como testemunhas de Jesus, ver nota em Jo 5:31-47.

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(João 1:9-11) A rejeição do Messias

v. 9 Aquele era a verdadeira Luz, que ilumina a todo homem que vem ao mundo.

v. 10 Ele estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.

v. 11 Ele veio para os seus, e os seus não o receberam.

Mas os seus não o receberam se refere ao povo judeu, os destinatários dos pactos de Deus, da lei e das promessas de um Messias (Rm 9:4).

A rejeição do Messias pelos judeus a despeito das provas convincentes de Sua messianidade é um tema importante na primeira metade do Evangelho de João (Jo 12:37).

(João 1:12-13) A transformação de quem o recebe

v. 12 Mas a todos quantos o receberam, a eles deu o poder de se tornarem os filhos de Deus, aqueles que creem em seu nome;

v. 13 os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.

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A referência aos filhos de Deus baseia-se na caracterização de Israel no antigo testamento como os filhos de Deus (Dt 14:1), (Êx 4:22).

Não nasceram do sangue… mas de Deus deixa claro que os verdadeiros filhos do Criador são os que nascem por meio da fé no Messias, não por nascimento físico ou por ascendência étnica (Jo 8:41-47).

Isso abre o caminho para os gentios se tornarem filhos de Deus (Jo 11:51-52), (Jo 10:16).

(João 1:14) O Mestre habitou entre nós

v. 14 E a Palavra se fez carne, e habitou entre nós, (e nós contemplamos sua glória, como a glória do unigênito do Pai), cheio de graça e verdade.

A Palavra continua o tema de Jo 1:1. Foi feito carne não significa que a Palavra se fez carne.

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Habitou entre nós significa, literalmente, “armou sua tenda”, uma alusão à habitação de Deus entre os israelitas no tabernáculo (Êx 25:8-9), (Êx 33:7).

No passado, o Criador demonstrou Sua presença ao Seu povo no tabernáculo e no templo. Agora, Ele estabeleceu residência entre o Seu povo no Messias, a Palavra que se tornou carne (v. 17).

As referências à glória de Deus nos remete a passagens do antigo testamento que descrevem a manifestação da presença e da glória do Criador em teofanias (manifestações de Deus), no tabernáculo ou no templo (Êx 33:22), (Nm 14:10), (Dt 5:22).

A palavra grega monogenes que está por trás de Unigênito do Pai significa “filho único” (Jz 11:34), (Jr 6:26), (Am 8:10), (Zc 12:10).

“Único” pode significar “único do tipo”, como no caso de Isaque, que é chamado “único” filho em Gn 22:2 (em contraste com Ismael em Hb 11:17).

No antigo testamento, filho “primogênito” de Deus é designação para o filho de Davi e também para Israel (ver Sl 89:27).

A referência ao ato de Deus de “dar” o Seu “Filho Unigênito” em Jo 3:16-18 pode ser uma alusão à disposição de Abraão para sacrificar Isaque (Gn 22).

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João 1:14

Cheio de graça e verdade faz lembrar “amor (Heb. hesed) e fidelidade (Heb. emet)” em Êx 34:6, onde a expressão se refere à fidelidade pactual de Deus para com Israel, Seu povo.

De acordo com João, a fidelidade pactual do Criador teve sua expressão máxima no envio de Jesus, Seu filho Unigênito.

(João 1:15) Jesus é antes de todos

v. 15 João deu testemunho dele, e clamou, dizendo: Este é aquele de quem eu falei: O que vem após mim existia antes de mim; porque ele era antes de mim.

João Batista era seis meses mais velho do que Jesus (Lc 1:24-16) e começou seu ministério antes que Ele (Lc 3:1-20).

Normalmente, a prioridade no tempo (como ser o primogênito) implicava preeminência, mas a preexistência de Jesus sobrepujou a precedência temporal de João.

(João 1:16-17) A maravilhosa graça

v. 16 E de sua plenitude todos nós recebemos, e graça sobre graça.

v. 17 Porque a lei foi dada por meio de Moisés, mas graça e verdade vieram por meio de Jesus Cristo.

O contraste entre a Lei, por um lado, e a graça e a verdade, por outro, não é que a Lei era má e Jesus era bom; antes, tanto a entrega da Lei como a vinda do Messias marcam etapas nas quais Deus alcança a humanidade.

O Messias, no entanto, marca a revelação final e definitiva da graça e da verdade de Deus. Ele é superior a Abraão (Jo 8:53), Jacó (Jo 4:12) e Moisés (Jo 5:46-47).

(João 1:18) Nenhum homem viu Deus, mas Jesus sim

v. 18 Nenhum homem viu a Deus em qualquer tempo; o Filho unigênito, que está no seio do Pai, ele o declarou.

Algumas versões traduzem Deus Unigênito, em vez de Filho Unigênito.

(João 1:19-21) A identidade de João batista

v. 19 E este é o testemunho de João, quando os judeus enviaram sacerdotes e levitas de Jerusalém para lhe perguntarem: Quem és tu?

v. 20 E ele confessou, e não negou; mas confessou: Eu não sou o Cristo.

v. 21 E eles lhe perguntaram: Então quem és? És tu Elias? E ele disse: Eu não sou. És tu o profeta? E ele respondeu: Não.

João negou ser ele o Cristo, Elias ou o Profeta. “O Messias” se refere ao futuro e mais importante Filho de Davi, predito no antigo testamento (2Sm 7:11-16), (Os 3:5).

Elias, que nunca morreu (2Rs 2:11), tinha seu retorno esperado no fim dos tempos (Ml 4:5) para “restaurar todas as coisas” (Mt 17:11), (Lc 1:17).

João Batista se assemelhava a Elias em seu austero estilo de vida (Mt 3:4), (2Rs 1:8) mas negava ser Elias.

Moisés predisse a vinda do “Profeta” em Dt 18:15, At 3:22, At 7:37, que era esperado no tempo de Jesus (Jo 6:14), (Jo 7:40).

João também negou ser esse Profeta (embora ele fosse um profeta verdadeiro; (ver Jo 10:40-41), (Mt 11:11-14).

(João 1:22-23) Àquele que prepara o caminho do Mestre

v. 22 Então eles disseram-lhe: Quem és tu? Para que possamos dar uma resposta àqueles que nos enviaram. O que tu dizes de ti mesmo?

v. 23 Ele disse: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do ­Criador, como disse o profeta Isaías.

João era a voz de um clamando no deserto: Fazei reto o caminho do Criador’ em conformidade com as palavras de Isaías (Is 40:3), (Mt 3:3), (Mc 1:3), (Lc 3:4).

Esse mensageiro de Deus haveria de preparar o caminho para a vinda do Messias, pregando arrependimento e julgamento divino.

A visão de Isaías em Is 40 baseou-se profundamente na tipologia do êxodo e antecipou um novo êxodo do povo de Deus, no qual a glória do Criador seria revelado e Seu povo seria libertado.

Isso seria realizado pela vinda do Servo do Criador (Is 52:13-53).

(João 1:24-28) O impasse com os fariseus

v. 24 E os que foram enviados eram dos fariseus.

v. 25 E eles perguntaram-lhe, dizendo: Por que então tu batizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?

v. 26 João lhes respondeu, dizendo: Eu batizo com água, mas está um entre vós, a quem vós não conheceis;

v. 27 este é aquele que vem após mim, que é antes de mim, cujos calçados eu não sou digno de desatar as correias.

v. 28 Essas coisas aconteceram em Betábara, além do Jordão, onde João batizava.

João batizava no rio Jordão. Lucas 3:1 situa esse evento no décimo quinto ano do reinado de Tibério(14-37 d.C), ou 29 d.C. João devia estar com aproximadamente 33 anos de idade.

A Betábara, além do Jordão, provavelmente, não era a vila próxima a Jerusalém, onde Lázaro foi ressuscitado, mas a região de Betábara no nordeste (chamada de Basã no antigo testamento.

(João 1:29) O cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo

v. 29 No dia seguinte, João vê Jesus vindo até ele, e diz: Eis o Cordeiro de Deus, que carrega o pecado do mundo.

Sobre o dia seguinte, ver nota em Jo 2:1-2. As referências de João Batista a Jesus como o Cordeiro de Deus podem fazer eco ao cordeiro levado para o matadouro mencionado em Is 53:7.

João pode também ter proclamado Jesus como o apocalíptico cordeiro guerreiro que traria o juízo (Ap 5:6), (Mt 3:7-12), (Lc 3:7-17).

Carrega o pecado do mundo O verbo grego “airó”, cujo o significado primário é:

  1. Levantar
  2. Carregar (sobre si mesmo)
  3. Lançar.

Junto com o correspondente hebraico “nâsâ” (Sl 32:5), (Is 53:4), define a doutrina da Redenção por assunção de pecados por via da substituição vicaria.

Esta proposta alcança seu pleno sentido doutrinal quando é aplicada a Jesus. Ver outra referência em Jo 1:29.

(João 1:30-31) Àquele que é superior a João e a todos os outros

v. 30 Este é aquele de quem eu disse: Depois de mim vem um homem que é superior a mim, porque ele era antes de mim.

v. 31 E eu não o conhecia; mas, para que ele fosse revelado a Israel, por isso vim batizando com água.

Com a expressão ou eu não o conhecia, é provável que João quisesse dizer que ele não sabia que Jesus era o Messias até que viu o sinal da parte de Deus mencionado nos versículos 32-33.

(João 1:32-34) O Espírito está sobre Jesus

v. 32 João testemunhou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como uma pomba, e permaneceu sobre ele.

v. 33 E eu não o conhecia; mas aquele que me enviou para batizar com água, este disse para mim: Aquele sobre quem vires descer o Espírito, e sobre ele permanecer, esse é o que batiza com o Espírito Santo.

v. 34 E eu vi, e testemunho de que este é o Filho de Deus.

O Espírito não apenas desceu sobre Jesus, mas permaneceu sobre Ele (cp. 34) – um sinal da unção divina de Jesus.

No antigo testamento, o Espírito veio sobre algumas pessoas para capacitá-las e realizar tarefas específicas.

Isaías predisse que o Messias seria permanentemente cheio do Espírito (Is 11:2), (Lc 4:18), (Jo 5:31-47).

(João 1:35) O ministério de João continua

v. 35 No dia seguinte, João estava novamente ali, com dois de seus discípulos;

Nos capítulos 35-42, o evangelista João narra eventos ocorridos entre o batismo de Jesus e o início de seu ministério na Galileia.

Sobre no dia seguinte, ver nota em Jo 2:1-2.

(João 1:36-47) Os primeiros discípulos

v. 36 e olhando para Jesus enquanto ele caminhava, disse: Eis o Cordeiro de Deus!

v. 37 E os dois discípulos o ouviram falar, e eles seguiram a Jesus.

v. 38 Então, Jesus virou-se, e vendo que o seguiam, disse-lhes: O que buscais? E eles disseram: Rabi (que traduzido significa: Mestre), onde tu moras?

v. 39 Ele disse-lhes: Vinde, e vereis. Eles foram e viram onde morava, e permaneceram com ele aquele dia, porque era cerca da hora décima.

v. 40 Um dos dois, que ouviram João falar e o seguiram, era André, irmão de Simão Pedro.

v. 41 Ele encontra primeiro a seu próprio irmão Simão, e disse-lhe: Nós encontramos o Messias, que é (sendo interpretado) o Cristo.

v. 42 E ele o trouxe a Jesus. E olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, filho de Jonas; tu serás chamado Cefas, que traduzido significa: Uma pedra. 

v. 43 No dia seguinte, Jesus queria partir para a Galileia, e encontra a Filipe, e lhe diz: Segue-me.

v. 44 Ora, Filipe era de Betsaida, cidade de André e Pedro.

v. 45 Filipe encontra a Natanael, e lhe diz: Nós encontramos aquele de quem escreveram Moisés na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José.

v. 46 E Natanael lhe disse: Pode haver coisa boa vinda de Nazaré? Filipe respondeu: Vem e vê.

v. 47 Jesus vendo Natanael aproximar-se dele, disse a seu respeito: Eis um verdadeiro israelita, em quem não há engano!

Rabi (que traduzido significa: Mestre) é um dos cinco casos em que João traduz um termo aramaico para seus leitores.

Os outros são “Messias” (Cristo, v. 41; Jo 4:25); “Cefas” (Pedro, Jo 1:42); “Siloé” (enviado, Jo 9:7); “Tomé” (Dídimo, “gêmeo”; (Jo 11:16), (Jo 20:24), (Jo 21:2) e “Gólgota” (lugar chamado Caveira, Jo 19:17).

(João 1:48) Os sinais do Messias

v. 48 Natanael lhe disse: De onde tu me conheces? Jesus respondeu, dizendo: Antes que Filipe te chamasse, quando tu estavas debaixo da figueira, eu te vi.

Jesus mostrou conhecimento sobrenatural (eu te vi), identificando-se como o Messias.

(João 1:49) A revelação dada à Natanael

v. 49 Natanael respondeu, dizendo: Rabi, tu és o Filho de Deus; tu és o Rei de Israel.

Filhos de Deus e Rei de Israel são dois títulos messiânicos. “Filho de Deus” identifica Jesus como o Messias profetizado (2Sm 7:14), (Sl 2:7).

De igual modo, “Rei de Israel” é uma designação comum no antigo testamento para o Messias (Sf 3:15). Os dois termos também aparecem em Mt 27:42 e Mc 15:32.

(João 1:50-51) Coisas inimagináveis acontecem na jornada com Cristo

v. 50 Jesus respondeu, dizendo: Porque eu te disse: Vi-te debaixo da figueira, tu crês? Coisas maiores do que estas verás.

v. 51 E ele lhe disse: Na verdade, na verdade eu vos digo: De agora em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo em direção ao Filho do homem.

Na verdade, na verdade… é tradução do hebraico amém, uma afirmação solene que enfatiza a natureza do pronunciamento de Jesus, cheio de autoridade. A expressão aparece 25 vezes no Evangelho de João.

O céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo nos faz lembrar a história de Jacó em Gn 28:12-15.

A grandeza do Filho do Homem ultrapassará em muito a visão do patriarca Jacó (Jo 4:5-6). Jesus é a “nova Betel” onde Deus se revela, e o “novo Israel”.

A expressão Filho do Homem remonta à misteriosa figura de “alguém semelhante a um filho do homem” em Dn 7:13-14.

O Filho do homem seria “levantado” na crucificação (ver nota em Jo 3:14), proveria revelação divina (Jo 6:27) e agiria com autoridade no fim dos tempos (Jo 5:27), (Jo 9:39).

Conclusão

O João 1 estudo é uma grande expressão da grandeza de Jesus e da relevância que ele tem nas nossas histórias.

Ele é a luz que brilha sobre qualquer escuridão da nossa vida, a paz para os corações, o pão para os famintos e a força necessária para que o aflito supere sua dificuldade.

Jesus também é a fonte de águas vivas, da qual se alguém beber nunca mais terá sede.

A cura, libertação e principalmente salvação das nossas doenças físicas, mentais e finalmente espirituais.

E, muito provavelmente, você já sabe de tudo isso e um pouco mais, no entanto, a grandeza do nosso Senhor não deve ser apenas contemplada, mas correspondida.

Você precisa colocar como o centro dos seus esforços a Palavra eterna, isto é, Jesus, para não ser como àqueles que o rejeitaram, mas recebê-lo em seu coração da maneira devida.

Toda vida é comum até Jesus passar por ela, sendo assim, precisamos nos dedicar a uma vivência extraordinária.

Nada mais foi igual para João Batista, os discípulos e incontáveis pessoas ao longo da história e você não pode aceitar viver menos do que a plenitude e satisfação encontrada no Senhor depois de ser impactado pelo evangelho.

Porém, é somente quando você ama Jesus de todo o coração, alma e entendimento que sua história se torna de fato uma adoração ao Criador.

João 1 Estudo.
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Sobre o Autor

Olá, me chamo Lázaro Correia, sou Cristão, formado em Teologia e apaixonado pela Bíblia. Aqui no Blog você vai encontrar diversos estudos Bíblicos e muito conteúdo sobre vida Cristã.

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