João 7 Estudo: A Festa dos Tabernáculos e a Água Viva

Neste capítulo de João 7 estudo, veremos Jesus comparecerá à Festa dos Tabernáculos, em Jerusalém. Está indo ao templo, onde ensinará às pessoas o que fazer para receber um testemunho de que seus ensinamentos vinham de Deus.

Como as pessoas disputavam quanto a quem Jesus seria, Ele empregará metáforas de água e luz para atestar a própria divindade. Além disso, Ele ensinará muitas coisas relativas ao Espírito Santo.

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João 7 estudo: Contexto histórico

No capítulo anterior, podemos observar que há um encantamento da multidão pelo discurso de Jesus. Eles decidem seguir a Jesus por vários dias e em um determinado dia a comida acaba.

Alguns teólogos defendem que havia cerca de 15.000 mil pessoas seguindo o Senhor naquele momento, e Ele milagrosamente os alimenta.

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Então ocorre o milagre da multiplicação, e Jesus pega 5 pães e 2 peixes e multiplica para toda essa multidão.

Com isso, podemos observar que o Senhor cuida de nós e de nossas necessidades, e onde há fé ele realiza seus milagres.


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Com Jesus o nada é muito, Ele provê o sustento, ainda que a figueira não floresça, e ainda que a videira não dê o seu fruto!

(João 7:1) Jesus na Galileia

v. 1 Depois dessas coisas, Jesus andava pela Galileia; porque ele não queria andar pela Judeia, pois os judeus procuravam matá-lo.

A Galileia (sob a jurisdição de Herodes Antipas) era mais segura para Jesus do que a Judeia [sob a autoridade do procurador romano), visto que os judeus procuravam matá-lo.

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(João 7:2) A festa dos tabernáculos

v. 2 Ora, estava próxima a festa dos tabernáculos dos judeus.

A festa dos tabernáculos era celebrada em setembro ou outubro, dois meses antes da festa da Dedicação (ver nota em Jo 10:22).

Ela também era chamada de “festa das barracas”, porque as pessoas viviam temporariamente em barracas para se lembrarem da fidelidade do Senhor durante as peregrinações de Israel no deserto (Lv 23:42-43 – cp. Mt 17:4).


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(João 7:3-4) Os irmãos de Jesus

v. 3 Portanto, os seus irmãos disseram-lhe: Parte daqui e vai para a Judeia, para que também os teus discípulos vejam as obras que tu fazes.

v. 4 Porque não  homem que faça coisa alguma em secreto, e que procure ser conhecido publicamente. Se tu fazes essas coisas, mostra-te ao mundo.

Os irmãos de Jesus eram filhos naturais de Maria. Seus nomes eram Tiago, José, Judas e Simão (Mt 13:55 e Mc 6:3).

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Seu conselho infeliz tinha origem na incredulidade e revelava uma má compreensão fundamental da identidade messiânica de Jesus (Mt 4:5-7).

(João 7:5-10) A incredulidade deles

v. 5 Porque nem seus irmãos acreditavam nele.

v. 6 Então, disse-lhes Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo; mas o vosso tempo sempre está pronto.


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v. 7 O mundo não vos pode odiar, mas a mim odeia, porquanto dele dou testemunho, que são más as suas obras.
v. 8 Subi vós à festa; eu ainda não subirei à esta festa, porque o meu tempo ainda não está cumprido.

v. 9 E, tendo dito estas palavras, ele permaneceu na Galileia.
v. 10 Mas, quando seus irmãos já tinham subido, ele também subiu para a festa, não em público, mas como que secretamente.

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Sobre ainda não é chegado o meu tempo. Em Jo 7:8, Jesus afirmou eu ainda não subirei a esta festa. No versículo 10, aprendemos que ele também subiu para a festa, não em público, mas como que secretamente (ver nota no v. 1).

Muitos leitores surpreendem-se por perceber que Jesus empregou artifícios e subterfúgios para combater a oposição e as falsas expectativas.

(João 7:11-12) Onde Ele está?

v. 11 Então os Judeus o buscavam na festa e diziam: Onde está ele?
v. 12 E havia muita murmuração entre a multidão a respeito dele; porque alguns diziam: Ele é um bom homem; e outros diziam: Não, pois ele engana o povo.

A acusação de que Jesus estava enganando o povo pode remeter a Dt 13:1-11 (cp. Mt 27:63Lc 23:2). A literatura judaica posterior chamou Jesus de enganador.

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(João 7:13) Muitos falam de Jesus

v. 13 Todavia, nenhum homem falava dele publicamente, por medo dos judeus.

A expressão por medo dos judeus (Jo 19:38) se refere às autoridades de Jerusalém representadas pelo Sinédrio.

 (João 7:14) Jesus entra no templo

v. 14 Ora, na metade da festa, Jesus subiu ao templo, e ensinava.


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Sobre o templo, ver nota em Jo 2:14.

(João 7:15) O Mestre dos mestres

v. 15 E os judeus se maravilhavam, dizendo: Como conhece este homem letras, não as tendo aprendido?

 A expressão os judeus pode incluir multidões da Judeia e autoridades judaicas. Jesus não possuía treinamento rabínico formal (como também os Seus discípulos, At 4:13), no entanto, Seu ensino e autoridade vinham do Senhor (Jo 7:16; Jo 8:28; cp. Mt 5:21-26).

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(João 7:16) A doutrina é do Pai

v. 16 Jesus respondeu e disse-lhes: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou.

Diferente de outros rabinos, Jesus alegava possuir um conhecimento direto da parte de Deus (Jo 8:28).

(João 7:17-19) A humildade de Jesus

v. 17 Se algum homem quiser fazer a vontade dele, há de saber da doutrina, se ela é de Deus, ou se falo de mim mesmo.


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v. 18 Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça.

v. 19 Não vos deu Moisés a lei? E, ainda assim, nenhum de vós cumpre a lei. Por que procurais matar-me?

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Jesus, como fonte de autoridade, pôs-Se em contraste com profetas vãos e falsos (Dt 18:9-22). Os judeus se orgulhavam do fato de Moisés ter dado a lei (cp. Jo 9:28Rm 2:17).

(João 7:20) Jesus é acusado de ter um demônio

v. 20 A multidão respondeu e disse: Tu tens um demônio, quem procura matar-te?

Essa é uma das várias ocasiões em que Jesus foi acusado de ter um demônio (Jo 8:48 – Mt 12:24); mesma denúncia foi levantada contra João Batista (Mt 11:18).

Outras imputações de erros contra o ministério de Jesus compreendiam:

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  1. Violar o shabat (Jo 5:16);
  2. Blasfêmia (Jo 5:18 – Jo 8:58-59);
  3. Enganar o povo (Jo 7:12,47);
  4. Ser samaritano (ou seja, apóstata, Jo. 8:48);
  5. Loucura (Jo 10:20); e
  6. Atividade criminosa (Jo 18:30).

(João 7:21) Uma obra

v. 21 Jesus respondeu e disse-lhes: Eu fiz uma obra, e todos vos maravilhais.

A obra referida por Jesus era, provavelmente, a cura em Jo 5:1-15.

(João 7:22-23) A circuncisão e o sábado

v. 22 Portanto, Moisés vos deu a circuncisão (não porque é de Moisés, mas dos pais); e no dia do shabat circuncidais um homem.

v. 23 Se o homem recebe a circuncisão no dia do shabat, para que a lei de Moisés não seja violada, como vos irritais comigo, porque no dia do shabat eu fiz um homem inteiramente são?

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A circuncisão foi dada aos pais (ou seja, Abraão; Gn 17:9-14) e a Moisés (Êx 12:44 – Lv 12:3). Ó argumento de Jesus ia “do menor para o maior”.

Os judeus tinham de circuncidar os meninos ao oitavo dia, mesmo que esse dia caísse no shabat (a questão “menor”).

Se era legítimo, portanto, “aperfeiçoar” uma parte do corpo humano no shabat, quanto mais curar completamente uma pessoa?

(João 7:24) O reto juízo

v. 24 Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo o reto juízo.

A afirmação de Jesus sobre o julgamento pode ser uma referência ao texto de Lv 19:15 (cp. Dt 16:18-19 – ls 11:3-4 – Zc 7:9).

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(João 7:25-44)

As três cenas seguintes (v. 25-31,32-36,37-44) giram em torno da pergunta:  “Jesus é o Cristo?”.

Indagações representativas (em alguns casos envolvendo má compreensão) da multidão servem de contraponto ao. tratamento dessa questão (v. 27,31,42), focalizando, por sua vez, a origem supostamente desconhecida do Messias, Sua realização de sinais e Belém como o local de nascimento do Cristo.

(João 7:25-26) Não é este?

v. 25 Então, alguns dos de Jerusalém diziam: Não é este que eles procuram matar?

v. 26 Mas eis que ele fala publicamente, e nada lhe dizem. Porventura, sabem os governantes que este é verdadeiramente o Cristo?

Os governantes, provavelmente uma referência ao Sinédrio (v. 48; 12:42; ver notas em e Jo 7:13).

(João 7:27) Eles sabiam de onde Jesus tinha vindo

v. 27 Entretanto, nós sabemos de onde este homem é; mas quando vier o Cristo, nenhum homem saberá de onde ele é.

Alguns rabinos ensinavam que o Cristo (“o Ungido”) seria totalmente desconhecido até que Ele se pusesse a obter a salvação para Israel. Outros entendiam que o local de Seu nascimento fora previsto (v. 42; cp. Mt 2:1-6).

(João 7:28) Jesus veio do Pai

v. 28 Então, clamava Jesus no templo enquanto ensinava, dizendo: Vós me conheceis e sabeis de onde sou; e eu não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é verdadeiro, o qual vós não conheceis.

Sobre o templo, ver nota em Jo 2:14. 

(João 7:29-30) Ele me enviou

v. 29 Mas eu conheço-o; porque dele eu sou, e ele me enviou.

v. 30 Então, eles buscavam prendê-lo; mas nenhum homem lançou mão dele, porque ainda não era chegada a sua hora.

Sobre a capacidade de Jesus para escapar de Seus inimigos.

(João 7:31) Haverá milagres maiores?

v. 31 E muitos da multidão creram nele e diziam: Quando o Cristo vier, ele fará ainda mais milagres do que os que este homem tem feito?

Uma vez que o Cristo (“Messias”) seria um profeta como Moisés (Dt 18:15,18) e, como se sabe,este realizou muitos sinais miraculosos no êxodo (Êx 7:11), esperava-se que o Cristo também realizasse milagres (ver notas em Jo 6:30 e Jo 6:31).

Era natural que, depois de testemunhar os milagres de Jesus, o povo quisesse saber se Ele era de fato o Messias.

(João 7:32) O sinédrio quer prender Jesus

v. 32 Os fariseus ouviram a multidão murmurar essas coisas a respeito dele; e os fariseus e os principais sacerdotes enviaram oficiais para o prenderem.

Os fariseus e os principais sacerdotes, representando o Sinédrio, mobilizaram os oficiais para prender ao Senhor Jesus.

Os guardas eram levitas e tinham a seu encargo a manutenção da ordem nos recintos do templo. Por conseguinte, a prisão de Jesus implicava ser Ele um criminoso (mas ver nota nos v. 45-52).

Os líderes esperavam que isso servisse para desencorajar as pessoas de O seguirem.

(João 7:33) Eu irei para o Pai

v. 33 Então, disse-lhes Jesus: Ainda por um pouco de tempo eu estou convosco, e então eu vou para aquele que me enviou.

 Seis meses depois de fazer essa predição, Jesus foi crucificado.

(João 7:34) Vós não mais me achareis

v. 34 Vós me buscareis, e não me achareis; e onde eu estou, vós não podeis vir.

O registro grego eimi egò eu estou (presente do indicativo) tem sido alterado pelo futuro (estarei, estiver, vou) com perda da força teológica do texto que declara com força a onipresença de Jesus.

(João 7:35) Os judeus não entendem Jesus

v. 35 Disseram, pois, os judeus uns para os outros: Para onde ele irá que não o acharemos? Ele irá para os dispersos entre os gentios, e ensinará os gentios?

v. 36 Que tipo de palavra é esta que ele disse: Vós me buscareis, e não me achareis; e onde eu estou, vós não podeis vir?

O povo entendeu mal a afirmação de Jesus no versículo 34. Desde o tempo do exílio, muitos judeus não retornaram à Palestina, mas continuaram a viver na Dispersão (Gr. diáspora). Gentios e “gregos” são sinônimos.

(João 7:37) A festa das cabanas

v. 37 No último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se algum homem tem sede, deixai-o vir a mim, e beber. 

O versículo 14 mencionou que a festa “no meio”, mas agora a festa das cabanas estava no último dia, to mais importante. O convite de Jesus nos remete a passagens  proféticas do antigo testamento como Is 55:1 (ver Is 12:3).

(João 7:38-39) A água viva

v. 38 Quem crê em mim, como diz a escritura, do seu ventre fluirão rios de água viva.

v. 39 (Mas isso ele falou do Espírito, que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, pois Jesus ainda não tinha sido glorificado).

Rios de água viva fluindo do ventre dos seguidores de Jesus cumprem as bênçãos prometidas no antigo testamento para o fim dos tempos.

João observou no versículo 39 que esses rios são emblemas do Espírito que seria dado após a exaltação de Jesus com o Pai (Jo 20:22).

(João 7:40-41) Cristo da Galileia?

v. 40 Então, muitos da multidão, ouvindo este dizer, diziam: Verdadeiramente, este é o Profeta.

v. 41 Outros diziam: Este é o Cristo. Mas diziam outros: Virá o Cristo da Galileia?

O Profeta é a figura mencionada em Dt 18:15-18 (ver nota em Jo 1:19-21). Esse “Profeta” e o Cristo eram considerados pessoas diferentes por alguns judeus do primeiro século, mas Jesus demonstrou ser ambos.

(João 7:42) Jesus e as profecias

v. 42 Não diz a escritura que o Cristo vem da semente de Davi, e da cidade de Belém, de onde era Davi?

v. 43 Assim, houve uma divisão entre o povo por causa dele.

Belém, ao sul de Jerusalém, no coração da Judeia, foi profetizada como sendo o local do nascimento do Messias em Mq 5:2 (cap. Mt 2:5-6; ver nota em Jo 7:27).

Com cidade de Davi (1Sm 16:1,4; 20:6), Belém possuía implicações messiânicas importantes. Nesse versículo, a ironia é evidente.

Algumas pessoas, sabendo que Jesus vinha da Galileia, injetaram que o Cristo teria de nascer em Belém, não imaginando que Belém era de fato o local do nascimento de Jesus.

(João 7:44) O tempo certo para a morte de Jesus

v. 44 E alguns deles queriam prendê-lo, mas nenhum homem lhe pôs as mãos.

 Sobre o tempo certo para a morte e a ressurreição de Jesus.

João 7:45-52

A reunião do Sinédrio salientou a crescente ameaça que a popularidade de Jesus representava para a liderança judaica.

Mas o apelo de Nicodemos por imparcialidade revela que o Sinédrio ainda não estava unido e organizado contra o Mestre Jesus.

(João 7:45) Todos querem prendê-lo

v. 45 Então, os oficiais foram até os principais sacerdotes e fariseus, e eles lhes perguntaram: Por que não o trouxestes?

Sobre a tentativa para prender Jesus, ver nota no versículo 32.

(João 7:46-47) Os oficiais se admiram

v. 46 Responderam os oficiais: Nunca homem algum falou assim como este homem.

v. 47 Então responderam-lhes os fariseus: Vós também fostes enganados?

Os oficiais do templo ouviam muitas pessoas ensinando nos pátios do templo, mas eles reconheceram que o ensino de Jesus era único (Mt 7:28-29; ver nota em Jo 7:15).

(João 7:48) Os governantes

v. 48 Alguém dos governantes ou dos fariseus acreditou nele?

O termo governantes (“magistrados”) provavelmente se refere a membros do Sinédrio.

(João 7:49) Malditos

v. 49 Mas esta multidão, que não sabe a lei, é maldita.

A referência depreciativa a esta multidão, que não sabe a lei revela o desdém arrogante que muitos rabinos tinham pelas multidões incultas.

(João 7:50) Nicodemos volta a seguir a Jesus

v. 50 Nicodemos (o que de noite fora até Jesus, sendo um deles) disse-lhes:

O encontro anterior de Jesus com Nicodemos descrito em Jo 3:1-15.

(João 7:51) O apelo de Nicodemos

v. 51 Porventura, julga a nossa lei algum homem sem primeiro ouvi-lo e ter conhecimento do que ele fez?

A Lei do Antigo Testamento ordenava aos juízes que investigassem as acusações com justiça (Dt 1:16) e minuciosamente (Jo 7:24; 18:19).

O apelo de Nicodemos para que houvesse imparcialidade nessa questão foi repetido, mais tarde, pelo rabino Gamaliel (At 5:34-39).

(João 7:52) A discriminação dos judeus

v. 52 Eles responderam, e disseram-lhe: És tu também da Galileia? Examina e vê; porque da Galileia não se levanta profeta.

Contrariamente à conclusão dos fariseus, profetas surgiram, algumas vezes, da Galileia. Entre eles estavam Jonas (2Rs 14:25), possivelmente, Elias (1Rs 17:1) e Naum (Na 1:1).

(João 7:53) A mulher adúltera

v. 53 E cada homem foi para sua própria casa.

A história de Jesus e a mulher adúltera pode ser autêntica, mas é duvidoso que o relato seja parte do Evangelho original de João. Entre as razões temos:

  1. O relato está ausente de todas as cópias mais antigas de João;
  2. Onde ele ocorre, em manuscritos posteriores, acha-se em várias posições diferentes (após Jo 7:36 no final do Evangelho de João; ou após Lc 21:38);
  3. Praticamente todos os versículos de Jo 8:1-11 (exceto por Jo 8:5) fazem uso de palavras não encontradas em outros lugares no Evangelho de João, e o vocabulário padrão usado em João está manifestamente ausente;
  4. O relato parece interromper o curso da narrativa de Jo 7:52 a Jo 8:12, dividindo a unidade literária Jo 7:1-8:59; e
  5. O relato era virtualmente desconhecido dos antigos pais da igreja antes do quarto século.

Conclusão

Concluindo João 7, vimos que o Senhor Jesus participa das celebrações da Festa dos Tabernáculos, uma festa que estava na memória do povo de Israel e os lembrava dos dias em que eles moravam em tendas no deserto e como Deus cuidou deles durante todo esse processo.

No último dia da festa e o mais importante, Jesus se dirige às multidões que o cercava e diz: “se alguém tem sede venha a mim e beba”.

Jesus é a revelação perfeita de quem Deus é, se desejamos nos relacionar sinceramente e profundamente com Ele, precisaremos fazer isso por intermédio de Cristo.

Não existe outro caminho, não existe uma opção alternativa, então ele diz: “se você tiver sede venha a mim, não vá a outro.

Mas não apenas isso, venha e beba”! Não devemos apenas ir até, nós devemos ir e nos alimentar dele, saciar-nos nele, pela oração, pela palavra, pelo relacionamento diário com ele. Amém!

João 7 estudo.

Sobre o Autor

Olá, me chamo Lázaro Correia, sou Cristão, formado em Teologia e apaixonado pela Bíblia. Aqui no Blog você vai encontrar diversos estudos Bíblicos e muito conteúdo sobre vida Cristã.

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