Marcos 12 Estudo: A vinha, O Imposto e a Viúva

Neste capítulo de Marcos 12 estudo, veremos que após a sua autoridade ser questionada pelos líderes religiosos, Jesus passa a contar a parábola da vinha. Com a intenção de mostrar que Israel é a vinha, os servos maltratados, os profetas e Ele, o próprio filho do dono da vinha.

Ao perceberem que era deles que o Senhor falava, os fariseus começaram a procurar meios para o prender. Passaram a organizar todo tipo de armadilha para Jesus.

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Eles perguntaram a Jesus se era preciso pagar os impostos, pois sabiam que qualquer um que negasse isso, era inimigo do império romano, até um dos mestres da lei, após ouvir a resposta dele, ficou maravilhado, inspirando-o chama-lo de Mestre.

Logo após, muitas pessoas ricas depositavam grandes quantias como oferta, Ele avistou então uma viúva pobre não identificada que deu duas moedinhas (do grego lepta).

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Com belas palavras, Jesus disse que ela deu mais do que todas os outros, pois o motivo é que os outros deram de suas riquezas materiais a um custo pequeno, mas a pobre viúva, de sua pobreza, tudo o que tinha.

Marcos 12 estudo: Contexto histórico

Lemos sobre última entrada de Jesus em Jerusalém antes de sua morte. A figueira seca nos ensina que não podemos apenas ter aparência de cristãos, mas frutos.


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No comércio do templo, aquilo irritou Jesus, eles estavam valorizando demais os animais e os negócios e negligenciando a vontade do Deus.

Ao voltarem, são surpreendidos com a figueira seca e Ele aproveita para falar sobre a oração, fazê-las com confiança perante Deus. Jesus nos exorta a liberar o perdão para sermos perdoados. Ele continua seguindo para o seu destino.

PARTE 1 – Marcos 12:1-27

(Marcos 12:1) A vinha

v. 1 E ele começou a falar-lhes por parábolas: Um certo homem plantou uma vinha, e colocou uma cerca viva em torno dela, e cavou nela um lagar, e edificou uma torre, e a deixou com uns lavradores, e foi para um país distante.

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A expressão certo homem plantou uma vinha aponta para o cântico de Is 5:1-7, em que Israel é simbolizado por uma vinha. Lavradores e proprietários ausentes representavam os líderes de Israel.

(Marcos 12:2-5) As estações e os profetas

v. 2 E na estação, enviou um servo aos lavradores para que ele pudesse receber do fruto da vinha.

v. 3 E eles pegando-o, espancaram-no e o mandaram embora sem nada.


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v. 4 E mais uma vez, ele enviou outro servo; e eles, apedrejando-o, feriram-no na cabeça, e mandaram embora, completamente envergonhado.

v. 5 E novamente ele enviou outro; e a este mataram, e a muitos outros, espancando a uns e matando a outros.

A estação de uma vinha devia ser por volta do quinto ano depois do plantio (Lv 19:23-25). Os escravos maltratados representavam os profetas.

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(Marcos 12:6) O filho amado

v. 6 Tendo, portanto, ainda o seu filho amado, a este lhes enviou por último, dizendo: Eles respeitarão o meu filho.

Nesta parábola, o filho amado é Jesus.

(Marcos 12:7) O herdeiro e a herança

v. 7 Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e a herança será nossa.


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Vinde, matemo-lo foram as palavras ditas pelos irmãos de José (Gn 37:20).

(Marcos 12:8) Fora da vinha

v. 8 E eles tomando-o, mataram-no, e lançaram-no fora da vinha.

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Mateus (Mt 21:39) e Lucas (Lc 20:15) relataram que o filho foi lançado fora da vinha antes de ser morto. A ordem de Marcos (tomado-o, mataram-no, e lançaram-no fora da vinha) indica que não deram ao filho um sepultamento adequado.

(Marcos 12:9) Deus dará a vinha aos gentios

v. 9 O que fará, portanto, o senhor da vinha? Ele virá e destruirá os lavradores, e dará a vinha a outros.

O homem que plantou a vinha (v. 1) e enviou seus servos e seu filho é identificado como o senhor. Literalmente a palavra significa “senhor” (Gr. kyrios), que também é um título para Deus. Dará a vinha a outros alude à missão do evangelho aos gentios, que estava próxima.

(Marcos 12:10-11) A pedra angular

v. 10 Ainda não lestes esta escritura: A pedra que os edificadores rejeitaram se tornou a cabeça da esquina;
v. 11 isso é obra do ­Senhor, e é maravilhoso aos nossos olhos?

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Jesus concluiu citando Sl 118:22-23, os primeiros versos do trecho também citado em outras partes (Lc 20:17 – At 4:11Rm 9:33 – 1Pe 2:6-8). Somente Marcos e Mateus (Mt 21:42) incluíram Sl 118:23, que acrescenta um forte elemento providencial.

Cabeça da esquina pode indicar a pedra angular de um alicerce, o capeamento de uma coluna ou a chave de abóbada de um arco.

(Marcos 12:12-13) Uma delegação autorizada

v. 12 E eles buscavam prendê-lo, mas temiam as pessoas; porque sabiam que ele havia falado a parábola contra eles; e deixando-o, foram pelo seu caminho.
v. 13 E eles enviaram-lhe alguns dos fariseus e dos herodianos, para surpreendê-lo em suas palavras.


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O fato de os fariseus (ver nota em Mc 2:15-17) e de os herodianos (ver nota e Mc 3:6) terem sido enviados mostra que era uma delegação autorizada.

Estes grupos também estão unidos em Mc 3:6 na conspiração contra Jesus, na Galileia. Eles esperavam apanhar Jesus com alguma pergunta traiçoeira.

(Marcos 12:14) O tributo a César

v. 14 E, chegando eles, disseram-lhe: Mestre, nós sabemos que tu és verdadeiro, e não te preocupas com opinião de nenhum homem, quanto mais com a aparência dos homens, mas ensinas o caminho de Deus em verdade; é lícito dar tributo a César, ou não?

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O imposto específico que os fariseus e herodianos tinham em mente era o imposto per capita romano, obrigatório desde que a Judeia se tornou província romana em 6 d.C. Este imposto representava a sujeição judaica a Roma.

(Marcos 12:15) Ele os conhece no íntimo

v. 15  Nós daremos, ou não daremos? Mas ele, conhecendo a sua hipocrisia, disse-lhes: Por que me tentais? Trazei-me um denário, para que eu a veja.

Se Jesus respondesse “sim”, Ele seria visto como um partidário de Roma e iria indispor as multidões. Se dissesse “não”, os fariseus e herodianos iriam denunciá-Lo como revolucionário (Lc 20:20).


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Jesus não se deixou enganar. Ele viu a hipocrisia deles e percebeu que O estavam pondo à prova. Um denário equivalia ao salário de um dia (Mt 20:9-10).

(Marcos 12:16-17) De quem é a imagem?

v. 16 E eles trouxeram-lho. E ele disse-lhes: De quem é esta imagem e inscrição? E eles lhe disseram: De César.

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v. 17 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai a César as coisas que são de César, e a Deus as coisas que são de Deus. E maravilharam-se dele.

O denário continha a imagem de Tibério César (que reinou em 14-37 d.C.) e uma inscrição declarando sua divindade.

Como havia sido interrogado sobre pagar (v. 14-15), Jesus respondeu com uma lição sobre posses. Dai tem a nuance de obrigação.

A moeda tinha a imagem de César, portanto pertencia a César. Jesus apoiou a legitimidade do governo humano, mas elevou o assunto a um patamar superior.

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Ele não especificou as coisas que são de Deus, contudo, como as pessoas têm a imagem de Deus (Gn 1:27), temos a obrigação de dar a Deus o que tem a sua própria imagem – nós mesmos.

(Marcos 12:18) Jesus e os saduceus

v. 18 Então se aproximaram dele os saduceus, que dizem não haver ressurreição, e eles perguntaram-lhe, dizendo:

Os saduceus surgiram no segundo século a.C. durante a revolta dos Macabeus. Eles estavam intimamente ligados à classe aristocrática e sacerdotal; só aceitavam os livros de Moisés (o Pentateuco) como Escritura; negavam a ressurreição corporal, o juízo futuro, a existência de anjos, demônios e espíritos; e afirmavam o livre arbítrio humano (At 23:6-8).

(Marcos 12:19-23) Os irmãos e a esposa viúva

v. 19 Mestre, Moisés nos escreveu que, se morresse o irmão de um homem, e deixasse sua esposa e não deixasse filhos, que seu irmão tomasse a esposa dele, e levantasse descendência a seu irmão.

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v. 20 Ora, havia sete irmãos; e o primeiro tomou a esposa, e morreu sem deixar descendência.

v. 21 E o segundo a tomou e morreu, e nem este deixou descendência; e o terceiro da mesma maneira.

v. 22 E os sete a possuíram, sem deixar descendência; por fim, depois de todos, morreu também a mulher.

v. 23 Portanto, na ressurreição, quando eles ressuscitarem, de qual deles será a mulher? Porque os sete a tiveram por mulher.

Os saduceus se aproximaram de Jesus com uma situação baseada nos livros de Moisés. Especificando, o caso envolvia a lei do levirato (ou lei do casamento com o cunhado de Dt 25:5-6).

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Esta lei obrigava um homem a se casar com a esposa de seu irmão falecido para preservar o nome e herança da família.

Baseados nisso, os saduceus apresentaram um cenário projetado para fazer a doutrina da ressurreição parecer” absurda. A pergunta deles pressupunha que a vida futura seria semelhante à deste mundo.

(Marcos 12:24-27) Uma vida diferente após a morte

v. 24 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura vós não errais em razão de não conhecerdes as escrituras, nem o poder de Deus?

v. 25 Porque, ao ressuscitarem dentre os mortos, eles nem se casam, nem se dão em casamento; mas são como os anjos que estão no céu.

v. 26 E quanto aos mortos, que ressuscitarão; não lestes no livro de Moisés, como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó?

v. 27 Ele não é o Deus dos mortos, mas é o Deus dos vivos; portanto, vós errais grandemente.

 Jesus declarou que a vida após a morte seria diferente da vida na terra. No céu, os homens não se casam nem são dados em casamento.

Ao ir ao livro de Moisés, em Êx 3 na passagem sobre a sarça, Jesus usou a parte do antigo testamento que os saduceus reconheciam como Escritura.

O ponto da citação do antigo testamento é que Abraão…Isaque e Jacó estavam mortos há muito tempo quando Deus falou com Moisés, mas Ele declarou que era o Deus deles.

Como Deus não é o Deus dos mortos, mas é o Deus dos vivos, eles ainda deviam estar vivos na vida após a morte.

(Marcos 12:28-40) PARTE 2

 Esta seção descreve três encontros com os escribas. Esses doutores da lei eram aliados dos chefes dos sacerdotes e dos líderes religiosos (ver nota em Mc 11:27).

(Marcos 12:28) Os escribas

v. 28 E vindo um dos escribas, ouvindo-os discutirem, e percebendo que lhes havia respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos?

A expressão um dos escribas pode indicar que havia outros por perto, prontos para desafiar Jesus (Mt 22:34-35).

Esta é a primeira vez que um escriba se aproximou individualmente. Ele queria saber qual dos mandamentos era o primeiro. Os rabinos contaram 613 mandamentos nos livros de Moisés.

Eles classificaram 365 como proibições e 248 como mandamentos. Mais tarde, dividiram os mandamentos em graves e menores (“menores” em Mt 5:19).

Nos v 29-30 Jesus citou o Shema (Dt 6:4-5), passagem da Escritura que os judeus piedosos recitavam toda manhã e tarde.

As palavras afirmavam a ortodoxia monoteísta (o Senhor nosso Deus é o único Senhor), identificavam o sentimento fundamental com o qual as pessoas deviam se relacionar com Deus (ame) e enfatizavam a necessidade de fazê-lo com todo o ser: coração (sentimentos), alma (espírito), mente (inteligência) e força (vontade).

(Marcos 12:29-31) O primeiro mandamento

v. 29 E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, ó Israel, o ­Senhor nosso Deus é o único ­Senhor;

v. 30 e tu amarás o ­Senhor teu Deus com todo o teu coração, e com toda tua alma, e com toda a tua mente, e com toda a tua força; este é o primeiro mandamento.

v. 31 E o segundo é semelhante, este: Tu amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.

 O escriba perguntou sobre um mandamento, mas Jesus lhe deu dois. O amor ao próximo está enraizado no amor a Deus, o primeiro mandamento da lei de Deus.

Antes de Jesus, ninguém havia ligado estes dois mandamentos (Lv 19:18 – Dt 6:5), mas isso se tornou padrão para os seguidores de Jesus (Rm 13:8-10Gl 5:14Tg 2:8-111Jo 4:11).

(Marcos 12:32-33) Um escriba elogia Jesus

v. 32 E o escriba lhe disse: Bem, Mestre, tu disseste a verdade; pois há um único Deus, e não há outro além dele;

v. 33 e amá-lo com todo o coração, com toda a compreensão, e com toda a alma, e com toda a força, e de amar ao seu próximo como a si mesmo, é mais do que todas as ofertas queimadas e sacrifícios.

Somente Marcos registrou a resposta do escriba e o louvor de Jesus. Ele viu que o amor de que Jesus falou era muito mais importante que as ofertas queimadas e sacrifícios.

(Marcos 12:34) Jesus vence os questionadores

v. 34  E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Tu não estás longe do reino de Deus. E nenhum homem depois disso ousou fazer-lhe pergunta alguma.

 Jesus disse ao escriba que ele havia respondido sabiamente. Ironicamente, a cena termina com Jesus avaliando o escriba, e não o contrário. Tendo derrotado todos os questionadores, Jesus agora faz Sua própria pergunta (v. 35).

(Marcos 12:35) O filho de Davi

v. 35 E Jesus respondeu e disse, enquanto ensinava no templo: Como dizem os escribas que Cristo é o filho de Davi?

A pergunta de Jesus está relacionada aos escribas e seu entendimento do Cristo (Mc 1:1Mc 8:29) como filho de Davi (ver nota em Mc 10:47-48).

Esta identificação, baseada na promessa de Deus em 2Sm 7:12-16, era corriqueira no tempo de Jesus.

(Marcos 12:36-37) Como podes?

v. 36 O próprio Davi disse pelo Espírito Santo: O ­SENHOR disse ao meu ­Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu faça os teus inimigos por escabelo.

v. 37 Porque, se Davi mesmo lhe chama Senhor, como é ele então seu filho? E pessoas comuns o ouviam de boa vontade.

Jesus citou Sl 110:1, o texto do antigo testamento mais citado e aludido no novo testamento (33 vezes). Jesus confirmou a autoria deste salmo por Davi e sua inspiração pelo Espírito Santo (cp. 2Sm 23:2 – At 1:16).

Os escribas identificavam o Cristo como filho de Davi (v. 35-36), mas Davi identifica Cristo como seu Senhor. Por conseguinte, o Cristo não era um mero descendente de Davi. Era seu Senhor. Ver texto paralelo em Mateus.

(Marcos 12:38-39) Os escribas e seu exibicionismo

v. 38 E ele dizia-lhes na sua doutrina: Guardai-vos dos escribas, que adoram andar com vestes compridas, e amam saudações nos mercados,

v. 39 e os principais assentos nas sinagogas, e os lugares mais altos nos banquetes;

 A expressão e dizia-lhes indica que o resumo de Marcos nos v. 38-40 é só uma pequena parte das extensas condenações dos escribas e fariseus (cp. Mt 23, Lc 11:37-54).

Citando quatro exemplos do que os escribas gostavam, Jesus primeiro os condena por exibicionismo. Suas vestes compridas (Gr. stole) eram vestes festivais exorbitantes para o uso diário.

As palavras saudações nos mercados se referem ao fato de que as pessoas deviam se levantar na presença dos doutores da lei.

Os lugares mais importantes eram voltados para a congregação, identificando os que ali sentavam como mestres e pessoas distintas.

Os lugares mais alto nos banquetes eram, literalmente, “os primeiros (ou melhores) divãs”. Ver os comentários de Jesus sobre isso em Lc 14:7-11.

(Marcos 12:40) Desonestos e hipócritas

v. 40 que devoram as casas das viúvas, e sob pretexto fazem longas orações; estes receberão maior condenação.

Jesus acusou os escribas de desonestidade e hipocrisia. As viúvas estavam entre as pessoas mais vulneráveis. Defraudá-las era desprezível (Is 1:17 – Is 10:2 – Jr 7:6 – Ez 22:7 – Zc 7:10).

A expressão receberão maior condenação se refere ao juízo escatológico de Deus (cp. Mc 9:42-48).

(Marcos 12:41) Jesus se assenta para observar

v. 41 E sentou-se Jesus defronte do tesouro, e observava como a multidão lançava dinheiro no tesouro; e muitos ricos depositavam muito.

Anteriormente, Jesus estava no pátio dos gentios. O tesouro ficava no pátio das mulheres, assim chamado por ser o lugar mais próximo que as mulheres podiam chegar do santuário.

O tesouro consistia em 13 baús com formato de trombeta nos quais os adoradores depositavam suas ofertas espontâneas.

Aparentemente, o formato de trombeta dos cofres amplificava o som das moedas quando eram colocadas, ficando óbvio quando os ricos depositavam grandes quantias.

(Marcos 12:42-44) A oferta da viúva pobre

v. 42 E vindo ali uma viúva pobre, depositou dois leptos, que valem um quadrante.

v. 43 E ele chamando a si os seus discípulos, disse-lhes: Na verdade eu vos digo que esta pobre viúva deu mais do que todos os que depositaram no tesouro;

v. 44 porque todos eles depositaram da sua abundância; mas ela depositou tudo o que tinha, todo o seu meio de vida.

Os dois leptos, são moedas de cobre de pequeno valor. A oferta da viúva significava mais que as grandes ofertas dos ricos porque ela tinha dado apesar de sua necessidade.

A expressão tudo o que tinha, todo o seu meio de vida significa que ela não teria o suficiente para sua próxima refeição.

Conclusão

Concluindo, o capítulo 12 nos traz a parábola da vinha expondo os lavradores maus, representando o pecado e a ruína da congregação religiosa da época, vimos Jesus silenciando aqueles que pensavam apanhá-lo em uma armadilha contra ao pagamento de tributos a César, nos mostrando que devemos arcar com nossos impostos afim de sermos abençoados por Deus.

Ele também silencia os saduceus, que tentavam tornar estranha a ressurreição. Também faz um alerta que ao povo e a nós, para que nos guardasse dos escribas (religiosos hipócritas) e um elogio à pobre viúva, que lançou suas duas únicas moedas como oferta, nos mostrando que devemos sermos fiéis no pouco, isso é um ato de obediência.

Marcos 12 estudo.

Sobre o Autor

Olá, me chamo Lázaro Correia, sou Cristão, formado em Teologia e apaixonado pela Bíblia. Aqui no Blog você vai encontrar diversos estudos Bíblicos e muito conteúdo sobre vida Cristã.

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